sábado, 16 de abril de 2016

O Pequeno Príncipe | Download do Livro


À primeira vista, um livro para crianças. Na definição de Antoine Saint-Exupéry, seu autor, "um livro urgentíssimo para adultos", o que talvez explique a extraordinária sobrevivência literária de O Pequeno Príncipe. Publicado pela primeira vez em 1943 na Nova York em que foi escrito e, no ano seguinte, na França, o livro chegou à Agir com o componente de acaso que, em geral, cerca a edição de fenômenos editoriais, já que a obra havia sido comprada por outra tradicional editora brasileira, que desistiu da publicação. Traduzida primorosamente por D. Marcos Barbosa, a versão brasileira chegou à livrarias em 1952, tendo vendido desde então mais de 4 milhões de exemplares.

Le Petit Prince, The Little Prince, El Principito, Der Kleine Prinz - em qualquer uma das mais de 150 línguas em que é publicado, causa encanto a história do piloto cujo avião cai no deserto do Saara, onde ele encontra um príncipe, "um pedacinho de gente inteiramente extraordinário" que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana em personagens como o vaidoso, capaz de ouvir apenas elogios; o acendedor de lampiões, fiel ao regulamento; o bêbado, que bebia por ter vergonha de beber; o homem de negócios que possuía as estrelas contando-as e encontrando-as em ambição inútil e desenfreada; a serpente enigmática; a flor a qual amava acima de todos os planetas.

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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Piada: O anti-terrorismo brasileiro

Bem, essa história foi 'relatada' bem antes da recente morte do Bin Laden. Mas, existem alguns comentaristas especializados, que afirmam a possibilidade de represálias ao assassinato do Bin, inclusive em continente brasileiro. Sei não, acho que não conhecem muito bem o dia-a-dia dos brasileiros...

De qualquer forma... Devido ao profundo ódio da turma do Bin por festas monumentais (símbolo da globalização da alegria), a cidade escolhida para um ataque terrorista foi o Rio de Janeiro por causa do Carnaval e, mais precisamente, do Cristo Redentor (símbolo maior da religião dos infiéis!).

Assim, os dois melhores terroristas kamikazes viajaram para o Brasil e chegaram ao Rio de Janeiro, determinados a impor o castigo de Allah aos infiéis tupiniquins. A missão, felizmente, não teve sucesso, conforme os registros da Polícia Federal enviados ao FHC, ao Bush e ao Papa.

Eis a história

Domingo 21:47 horas: Chegam ao Aeroporto Internacional do Galeão, vindos da Turquia. Suas malas são extraviadas e depois de mais de 8 horas de peregrinação por diversos guichês conseguem sair do aeroporto, após serem aconselhados pelos funcionários da Varig, a voltarem no dia seguinte, pois assim, talvez, tenham mais sorte...

Pegam um táxi na saída do aeroporto. O taxista percebe que são estrangeiros e leva uma hora e meia dando voltas com eles pela cidade para abandoná-los em um lugar ermo da Baixada Fluminense, tendo parado no caminho para que dois cúmplices os assaltassem. Bateram neles e lhes roubaram os dólares.

Segunda-feira 04:30 horas: Graças ao treinamento de guerrilha que receberam nas cavernas do Afeganistão e nos campos minados da Somália, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel. Decidem alugar um carro na Hertz, em Copacabana e se dirigem ao aeroporto para seqüestrarem um avião, para jogá-lo bem no meio dos braços abertos do Cristo Redentor.

Pegam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve e ficaram horas parados; além de terem seus relógios roubados em um arrastão no meio do congestionamento.

Segunda-feira 12:30 horas: Decidem parar no centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que lhes sobrou de dólares e recebem notas de R$100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$1.

Segunda-feira 15:45 horas: Chegam por fim ao aeroporto do Galeão com a firme intenção de seqüestrar um avião. Os pilotos da VARIG estão em greve por mais salário e menos horas, e os controladores de vôo também estão em greve, querem equiparação com os pilotos. O único avião disponível na pista é um da Transbrasil, que havia sido fretado para a Soletur, mas sem combustível. Os empregados e os passageiros estão acampados na sala de espera e nos corredores do aeroporto tocando pagode e gritando slogans contra o governo, os pilotos e o Roberto Marinho. A polícia de choque chega batendo em todos, inclusive nos terroristas.

Segunda-feira 19:05 horas: Finalmente a calma reina e os dois filhos de Allah, ainda ensangüentados, se dirigem ao balcão da Transbrasil para comprar as passagens. Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos por tempo indeterminado.

Segunda-feira 22:07 horas: Os terroristas discutem entre si, na dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.

Segunda-feira 23:30 horas: Mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto, pedem um sanduíche de churrasco com queijo e uma limonada.

Terça-feira 04:35 horas: Se recuperam de uma intoxicação alimentar de proporções eqüinas, devido à carne estragada do sanduíche, no hospital Miguel Couto, depois de terem esperado horas para que o socorro chegasse e serem atendidos por uma enfermeira gorda, feia e mal-humorada. Seria questão de dois dias, se não fosse pela cólera devida à limonada feita com água contaminada.

Domingo 17:20 horas: Saem do hospital e chegam próximos ao estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder em casa para o Bangu, por 6x0. A torcida do Flamengo, confunde os terroristas com integrantes da torcida adversária e aplicam-lhes uma surra sem precedentes. O chefe da torcida é um tal de Pé de Mesa que abusa sexualmente deles.

Domingo 19:45 horas: Finalmente são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo e em algumas partes em particular – e vendo uma barraca de venda de bebida decidem se embriagar (uma vez na vida, mesmo que seja pecado!). Tomam cachaça adulterada com metanol e voltam ao Miguel Couto. Os médicos também diagnosticam gonorréia (Pé de Mesa não perdoa!).

Terça-feira 23:42 horas: Os dois terroristas fogem do Brasil em um barco que roubam na Baía de Guanabara. Juram por Allah que não vão fazer atentados contra o Brasil, que preferem os Estados Unidos, onde as conseqüências são menores.


Autoria Desconhecida
Fonte: Doce Limão

domingo, 10 de abril de 2016

Dicas de Filmes

Amor, esperança, liberdade, amizade e fé no mundo, esses são os temas dos filmes que separamos para vocês. Alguns já foram muitas vezes mencionados nos posts do blog, mas é sempre bom voltar a falar deles e relembrar suas histórias. Esperamos que ao assisti-los vocês sintam a verdadeira mensagem que é passada em cada um. 

O fabuloso destino de Amelie Poulan


 Big fish

 Edward Mãos de Tesoura

As vantagens de ser invisivel

Brilho eterno de uma mente sem lembrancas

500 dias sem ela

Os Intocaveis

Um sonho de liberdade

Histórias Cruzadas


terça-feira, 29 de março de 2016

Os Três Mil Imaculados de Qohor | Game Of Thrones

Os Imaculados são soldados eunucos, treinados desde jovens em Astapor para ter obediência inquestionável e grande habilidade marcial. Eles são usados como guardas por todas as Cidades Livres, também são vendidos as centenas e milhares. Eles são excelentes vigilantes e soldades, não saqueiam e não estupram. Eles adoram uma deusa particular cujo nome é mantido em segredo, sendo apenas sabido que ela é chamada de Senhora das Lanças e Noiva da Batalha. Eles são famosos pela Batalha de Qohor, na qual uma força de três mil Imaculados manteve cinquenta mil dothrakis fora de suas muralhas. Somente seiscentos imaculados sobreviveram tendo matado, ao todo, doze mil dothrakis. Para honrar os Imaculados, o khalasar Dothraki cavalgou em frente deles, em linha, e todos cortaram as tranças dos cabelos, em sinal de derrota.

Leia uma parte do livro (Game Of Thrones) que fala com mais detalhes sobre os Imaculados:

-Os Imaculados que podem ter visto em Pentos e Myr eram guardas domésticos. Isso é serviço leve e, em todo caso, os eunucos tendem a engordar. A comida é o único vício que lhes é permitido. Julgar todos os Imaculados por uns poucos velhos escravos domésticos é como julgar todos os escudeiros por Arstan Barba-Branca, Vossa Graça. Conhece a história dos Três Mil de Qohor?
-Não. - A colcha deslizou do ombro de Dany, e ela voltou a colocá-la no lugar.
-Foi há quatrocentos anos ou mais, quando os dothraki chegaram pela primeira vez do leste, saqueando e incendiando todas as vilas e cidades que encontravam pelo caminho. O khal que os liderava chamava-se Temmo. Seu khalasar não era tão grande quanto o de Drogo, mas era grande o suficiente. Cinqüenta mil, pelo menos, metade dos quais era de guerreiros com campainhas tinindo em suas tranças, "Os Qohorik sabiam que ele estava a caminho. Fortaleceram as muralhas, duplicaram o tamanho de sua guarda e contrataram ainda duas companhias livres, os Brilhantes Estandartes e os Segundos Filhos. E, quase como uma idéia de última hora, enviaram um homem a Astapor para comprar três mil Imaculados. Mas era uma longa marcha de regresso a Qohor e, quando se aproximaram, viram fumaça e poeira e ouviram o estrondo distante da batalha.


 
"Quando os Imaculados chegaram à cidade, o sol tinha se posto. Corvos e lobos banqueteavam-se à sombra das muralhas com aquilo que restava da cavalaria pesada de Qohor. Os Brilhantes Estandartes e os Segundos Filhos tinham fugido, como os mercenários costumam fazer quando se defrontam com desvantagens insuperáveis. Com a escuridão caindo, os dothraki tinham se retirado para os seus acampamentos, a fim de beber, dançar e banquetear-se, mas ninguém duvidava de que retornariam de manhã para esmagar as portas da cidade, assaltar as muralhas e violar, saquear e escravizar a seu bel-prazer. "Mas quando rompeu a alvorada e Temmo e seus companheiros de sangue saíram do acampamento à frente do khalasar, foram encontrar três mil Imaculados imóveis diante dos portões, com o estandarte da Cabra Negra esvoaçando sobre as suas cabeças. Uma força tão pequena podia ter sido facilmente flanqueada, mas conhece os dothraki. Aqueles homens estavam a pé, e homens a pé só servem para ser atropelados. "Os dothraki investiram. Os Imaculados ergueram os escudos, baixaram as lanças, e suportaram. Contra vinte mil homens aos gritos, com campainhas nos cabelos, agüentaram. "Dezoito vezes os dothraki investiram, e quebraram-se contra aqueles escudos e lanças como ondas em uma costa rochosa. Três vezes Temmo mandou seus arqueiros cercarem os Imaculados, e flechas choveram como chuva sobre eles, mas os Três Mil limitaram-se a erguer os escudos sobre a cabeça até a tempestade passar. Por fim, só restaram seiscentos deles... mas mais de doze mil dothraki jaziam mortos naquele campo de batalha, incluindo Khal Temmo, seus companheiros de sangue, seus kos e todos os seus filhos. Na manhã do quarto dia, o novo khal levou os sobreviventes em uma imponente procissão junto aos portões da cidade. Um por um, todos os homens cortaram as tranças e arremessaram-nas aos pés dos Três Mil. "Desde esse dia, a guarda urbana de Qohor é composta unicamente de Imaculados, e todos usam uma grande lança, da qual pende uma trança de cabelo humano. "
Isto é o que encontrará em Astapor, Vossa Graça. Acoste lá, e prossiga até Pentos por terra. Levará mais tempo, sim... mas quando dividir a mesa com o Magíster Illyrio, terá mil espadas atrás de si, e não apenas quatro."

segunda-feira, 28 de março de 2016